Cada escolha dentro de uma narrativa — quem age, quem sofre, como o conflito se resolve — reflete padrões cognitivos e comportamentais estáveis. A NeuroMyth lê esses padrões. Não a história. A estrutura por baixo dela.
Um questionário diz ao candidato o que está a ser medido — o que significa que também lhe diz o que deve otimizar. Uma história livre não faz nenhuma das duas coisas. Não há instruções além de “escreva o que lhe vier à mente”. Não há direção certa, nem alvo a atingir. O que emerge é genuinamente espontâneo — e genuinamente revelador.
Quando não há nada a atingir, não há nada a ensaiar. O candidato não consegue otimizar uma resposta cuja lógica não compreende. Isto é uma proteção estrutural contra o coaching — não uma política.
As escolhas que um candidato faz sem pensar — quem age, sobre quem se age, como os problemas se resolvem — são precisamente aquelas que predizem o comportamento real. Surgem naturalmente apenas quando a pessoa não está a gerir uma impressão.
Os padrões estruturais de uma narrativa permanecem consistentes independentemente do conteúdo, do cenário ou do género da história. Um candidato que reescreva a história amanhã produzirá a mesma assinatura estrutural. É isto que torna o resultado relevante para a decisão.
A NeuroMyth analisa a arquitetura estrutural de uma narrativa — não o seu conteúdo, não o seu estilo, não o seu registo emocional. Os padrões que transportam sinal comportamental são propriedades de como a história é construída, não daquilo sobre o que ela fala. Descrevê-los em detalhe apenas criaria um novo manual de coaching. Por isso, não o fazemos.
— Quadro analítico da NeuroMyth
Nenhum destes elementos prediz comportamento decisório.
Todos transportam viés.
Removê-los não é uma limitação — é uma escolha deliberada de design que torna o resultado mais justo e mais defensável juridicamente.
A profundidade é escolhida no momento em que o relatório é solicitado — não no momento em que a história é escrita. O candidato faz sempre exatamente a mesma coisa.
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A NeuroMyth utiliza IA para analisar os padrões estruturais de uma narrativa e gerar o output inicial. É isto que a torna rápida, consistente e escalável em 13 idiomas sem perda de qualidade.
Mas todos os relatórios são revistos por um analista certificado antes de serem entregues. Não como uma formalidade regulatória — mas como uma garantia de qualidade. O analista valida o output, verifica casos-limite e assegura que o relatório é acionável no contexto específico de contratação.
É isto que “human-in-the-loop” significa na prática: não uma caixa assinalada, mas um profissional responsável pelo que recebe.
A NeuroMyth opera em plena conformidade com o EU AI Act. O requisito de revisão humana está integrado no processo — não é acrescentado depois. Ler a nossa declaração sobre o AI Act →
Em papel, sem dispositivo. 30 minutos, sem instruções além do prompt. A história é submetida por correio, digitalização ou através da interface de teste online.
O motor de análise de padrões narrativos processa a história e gera a estrutura de output correspondente ao nível de profundidade solicitado.
Um analista humano valida o output, verifica casos-limite e confirma que o relatório é adequado para entrega. Nenhum relatório sai sem este passo.
O relatório final chega ao responsável de RH em 2–3 horas após a submissão. Estruturado, acionável e pronto para apoiar a decisão de contratação.
Sejam quem forem, venham de onde vierem — a pessoa certa chega à função certa. Caligrafia, ortografia, vocabulário, referências culturais: nada disto é medido. Nada disto prediz comportamento decisório. Tudo isto transporta viés.
Cinco avaliações reais, o mesmo sistema, a mesma revisão por analista, o mesmo output dos clientes pagantes. Forme a sua própria opinião antes de decidir qualquer coisa.
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